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Docente de Direito da Fafram defende Doutorado

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No dia 10 de agosto foi a vez do Professor André Luís Jardini Barbosa, docente do curso de Direito da Fafram (Faculdade Doutor Francisco Maeda) defender seu Doutorado na Faculdade Autônoma de Direito – FADISP.

banner-jardiniEle teve a orientação do Professor Doutor Henrique Garbellino Carnio. A tese, cujo título é “O excesso policial e o excesso de polícia – a incompatibilidade entre o sistema atual de atuação policial e o Estado democrático de direito” trouxe importantes reflexões para a segurança pública e foi aprovado com a nota máxima por unanimidade. Para ele, “essa conquista representa a realização de um sonho que tenho nutrido desde que decidi me dedicar à vida acadêmica”. “Na verdade, nunca deixei de estudar, e precisamos buscar o aprimoramento a cada dia mais”, ressalta. Ele atua nas disciplinas Direito Penal (Parte Especial), Responsabilidade Civil e Tópicos Especiais de Direito. Para ele, na vida profissional, a qualificação e especialização devem constituir uma constante no mundo do Direito, pois muda em uma velocidade impressionante. “O profissional que não entender essa dinâmica, certamente fi cará para trás”, alerta.

Perguntado sobre o tema, o professor declarou que “nasceu da minha atividade profissional, quando percebo que, muitas vezes, os órgãos policiais não estão preparados para o atendimento de algumas demandas sociais que acabam sendo impostas a eles mesmo que não sejam propriamente problemas de polícia”. “A população, por sua vez, não consegue compreender até que ponto as Polícias estão ou não obrigadas ou aptas a agir, o que acaba prejudicando o trabalho como um todo”, frisa sobre o trabalho concluído. Barbosa é graduado pela Faculdade de Direito de Franca. Especialista em Processo Penal pela EscolaPaulista da Magistratura/ EPM, Mestre em Direito pela UNESP/Franca, além do doutorado recentemente conquistado Ele atua como professor universitário desde 2012.

Fonte: Jornal O Progresso

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Professora de Direito da Fafram defende Doutorado

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No dia primeiro de agosto, a Professora Ana Paula Bagaiolo Moraes, docente do curso de Direito da Fafram (Faculdade Doutor Francisco Maeda), defendeu seu doutorado na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

banner-bagaioloEla teve a orientação do Professor Doutor Vicente Bagnoli. A tese, cujo título é “O etanol como instrumento de desenvolvimento na política energética brasileira” trouxe importantes reflexões para os produtores do segmento sucroalcooleiro, contribuindo, assim, com o agronegócio na região. Ela foi doutoranda pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e bolsista pela Capes. Ana Paula iniciou Doutorado em agosto de 2014 e concluiu em agosto de 2018. Para a Doutora, essa conquista representa a realização de um sonho antigo. Desde a graduação, ela foi bolsista da Fapesp para iniciação científica. “O que me trouxe o amor pela pesquisa e pela docência”, lembra.

“Pouco depois que terminei a graduação quis seguir definitivamente pela vida acadêmica, o que me motivou a seguir pelo Mestrado e depois pelo Doutorado”, ressalta. “Acredito que a qualificação do docente é fundamental para a condução dos alunos e a qualidade do ensino. O doutorado foi, sem dúvida, a etapa mais difícil, por isso agradeço muito a todos que me auxiliaram nessa caminhada”, completa a Doutora. Ela ministra nas disciplinas de Direito Civil: Introdução ao Direito Civil II, Direito das Obrigações, Direito de Família e Direito
das Sucessões. Segundo ela, no entanto, o mercado de trabalho exige profissionais cada vez mais atualizados, que consigam pensar para além da legislação, de forma crítica e respeitosa com relação ao próximo.

“Nós como professores nos comprometemos com essa missão e, ainda, com o dever de transformar nossos alunos em profissionais que estejam aptos a trabalhar nesse novo cenário”, afirma. “As mudanças são pungentes:

Reforma Trabalhista, alteração do Código de Processo Civil, Feminicídio e os novos formatos da Advocacia são apenas alguns exemplos disso”, salienta. “Assuntos relacionados à internet, proteção de dados, big data são outros que despontam e precisam ser pensados e trabalhados nesse futuro próximo”, explica. Ela acredita, portanto, que “os docentes devem se manter atualizados para conduzir os alunos nessa nova realidade, para que se tornem profi ssionais bem sucedidos.” Ana Paula informou que a escolha do tema decorreu da realidade da região, que é essencialmente agrícola. “A escolha pelo etanol, pelo açúcar e cana-de-açúcar foi em virtude da questão energética e dos momentos que passamos pelo desabastecimento desse combustível. Acredito que essa reflexão se fazia necessária e que tinha bastante relação com o nosso contexto regional”, observa. A professora da Fafram é graduada em Direito pela Faculdade de Direito de Franca, Pós Graduada pela FAAP de Ribeirão Preto em Direito do Agronegócio, Mestre em Direito Internacional pela Unesp de Franca e Doutora em Direito Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie Ela atua como docente de Direito desde agosto de 2011, quando terminou meu mestrado. A banca examinadora foi composta por Dr. José Maria Arruda de Andrade, Dra. Mônica Herman Salem Caggiano, o orientador Dr. Vicente Bagnoli e Dr. Fabiano Dolenc Del Masso, além da Dra. Carolina
Maria Lembo que compôs a banca por Skype por morar fora do país.

Jornal O Progresso

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Alunos de Direito da Fafram assistem Licitação

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direito-licitacoesNa quinta-feira, dia 30 de junho, os alunos do 4º ano do curso de Direito da Fafram estiveram na Prefeitura para assistir uma Licitação. A licitação é o processo administrativo responsável pela escolha da empresa a ser contratada pela administração pública para o fornecimento de produtos ou serviços. As licitações visam escolher a opção mais vantajosa para os órgãos públicos, ou seja, a contratação de empresas que oferecem os serviços ou produtos com a melhor qualidade e com o menor preço. Na ocasião, os alunos assistiram uma licitação para aquisição de materiais de enfermagem, que foi também acompanhada pela equipe da Secretaria Municipal da Saúde, que, nesse caso, vai receber os produtos. Na ocasião, o Diretor de Licitações da Prefeitura, Dr. José Eduardo Mirandola Barbosa, apresentou passo a passo como são feitas as licitações e tirou as dúvidas dos alunos presentes. A presença dos alunos na licitação foi uma atividade da disciplina de Direito Administrativo, ministrada pelo Dr. Wander de Bortoli Pereira. O objetivo da atividade foi fazer com que os alunos aprendessem através da observação prática como é realizada uma licitação e todos os trâmites que a envolvem.

Fonte: Jornal O Progresso

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Estudantes do curso de Direito da Fafram participam de Júri Simulado

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banner-juri-2018A Faculdade Dr. Francisco Maeda (Fafram) realizou dia 28 de agosto, o X Júri Simulado de Direito da Fafram. O evento aconteceu na sala de Júri do Núcleo de Estudos Jurídicos da FFCL, no campus I da FE.

A sessão foi presidida pelo juiz de Direito, Dr. Iuri Sverzut Bellezini, da cidade de Nopuranga, e contou com a presença de 90 pessoas, entre autoridades, professores e alunos do curso de Direito.

O Júri foi transmitido em tempo real para o Salão Nobre, onde estavam cerca de 300 pessoas, entre alunos do curso e familiares.
Os universitários do 2º ciclo de Direito atuaram como jurados, e do 10º ciclo, atuaram e assistiram ao Júri.

A atividade, realizada anualmente, consiste na simulação de um Júri real, baseado em um processo criminal. Os alunos estudam o processo selecionado pelos professores do ciclo, discutem entre si e, com os docentes, ensaiam ao longo dos dias o papel que devem desempenhar na sala do Júri.

Prática

A professora Priscilla de Souza Ferro, docente no curso de Direito da Fafram e responsável pelo Júri, fala sobre o objetivo da atividade acadêmica. “A proposta é que os alunos possam ter contato com práticas das quais farão parte quando estiverem aptos para atuar como advogados, juízes, promotores, etc.”.
“O Júri Simulado é uma das ações acadêmicas mais importantes de um curso de Direito, pois os alunos têm a oportunidade de colocar em prática, os conhecimentos teóricos que recebem durante o curso. Como o Júri é uma representação de um processo jurídico real e amplo, tanto os alunos que participam atuando, quanto os que assistem, têm uma noção bastante próxima do que ocorre na realidade”, explica a professora.
“É uma atividade que torna evidente a capacidade de articulação de ideias e conceitos que, certamente, serão fundamentais para a vida profissional”, completa a docente Priscilla de Souza Ferro.

Fonte: Tribuna de Ituverava

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