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Fafram poderá sediar CTP de multinacional chinesa

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Ituverava poderá sediar, em breve, um Centro Tecnológico de Pesquisa (CTP) da multinacional Kimberlit Agrociências do Brasil. O primeiro passo para viabilizar este projeto ocorreu na última segunda-feira, 27 de maio.

Representantes da Kimberlit, da empresa chinesa Changzhou Fuyi Drying Equipment Co. Ltda., fabricantes de maquinas fertilizantes, conheceram a Faculdade Dr. Francisco Maeda (Fafram) e suas instalações, no campus II (Sítio das Acácias).

Estiveram presentes o diretor Shou Liang Zhou, a analista em comercio exterior da empresa, Grace Gao, o diretor Jair da Mata Teixeira, da Kimberlit Agrociências; e representantes da indústria chinesa Changzhou Fuyi. Eles foram recebidos pelo diretor da Fafram, Márcio Pereira; pela professora Anice Garcia, e pela gestora do Departamento de Marketing, Ângela Viegas de Freitas.

A Kimberlit Agrociências está desenvolvendo um adubo – uréia em cápsulas – para ser comercializado na China pela empresa Changzhou Fuyi Drying Equipment Co. Ltda.

“É um projeto muito grande e audacioso. Ninguém no mundo faz um trabalho como este: comercializar para a China um tipo de adubo. O produto em questão custa abaixo dos encontrados por lá – de 25% a 30% mais barato que de mercado chinês – e será de suma importância aquele país”, disse Teixeira.

O novo adubo está sendo testado em 10 hectares de terra, em Guatapara. Na segunda etapa da fase de testes, a Kimberlit do Brasil vai 40 toneladas do adubo para a China, para ser testado no solo chinês.

“O grupo estuda a viabilidade de criar um CTP em Ituverava, que seria monitorado pelos alunos do curso de Agronomia da Fafram e supervisionado pela empresa. Será uma parceria seria muito interessante para nós, pois é mais uma oportunidade dos nossos alunos terem contatos com várias empresas e com novas tecnologias”, afirma o diretor da Fafram, Márcio Pereira.

Produção de arroz
Atualmente, a China produz 40 milhões de toneladas de arroz. É o prato principal na mesa de 1,3 bilhão de chineses.

“Hoje, como o país não consegue suprir a produção, acaba importando o produto de outros países. Com essa nova forma de adubação, pretendemos ter menos perda no volume de produção ficando um custo mais barato para o consumo e com benéficos ao meio ambiente”, completou o diretor da Kimberlit.

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